Quanto o amor pode machucar, ou o quanto ele pode curar? 
Podemos nos tornar dependentes de tal sentimento? 
A falta dele também pode causar cicatrizes irreparáveis, amar muitas vezes é um sentimento benevolente, porém às vezes egoísta. O amor fere, mas também pode curar uma alma fragilizada pelos infortúnios da vida.

Brooke teve seu destino selado no dia em que nasceu. Seu rosto belo foi o seu bálsamo, mas também tornou-se a ruína de sua infância. Sozinha, sem amor e carinho, teve que crescer sem afeto. Tropeçando na solidão e amargura pelas paredes frias de um internato, mas agora ela está de volta, ao local que nunca deveria ter saído. Encaminhando-se para retomar sua vida e descobrir seu lugar no mundo, de preferência, longe de seu pai. 

Em seu caminho, Brooke cruza com o sentimento mais audaz exis-tente e o que ela nunca desfrutou: o amor ardente. E ele vem na perigosa forma de músculos, arrogância, traumas e incríveis olhos a-zuis. 

Será prudente deixar ruir as muralhas duramente erguidas para regozija-se de um sentimento tão traiçoeiro?

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